Belém Novo

Category Archives: Pessoas e depoimentos

Leia aqui a obra completa “Belém que eu vi”.

Belém que eu vi - capaDia 10 de março de 2014, Mary Vieira Pedroso – falecida autora do livro “Belém que eu vi” – teria completado 90 anos de vida. Em sua homenagem, publicamos aqui sua esgotada obra na íntegra. Leia o livro e conheça um pouco mais sobre a história do bairro e de quem viveu em Belém Novo nas primeiras décadas do século passado.

Para uma leitura online, com o recurso de folhear o livro, clique aqui ou na capa do livro ao lado. Ou para ler a obra em um leitor de PDF (Adobe Acrobat Reader, por exemplo), baixe o arquivo clicando aqui.

Agradecemos a colaboração do “Jairo do Boteka’s” (sobrinho da autora), de Regina Pedroso Lorangi (filha da autora) e de Andréa Nunes Abel (estudante de História na PUCRs e revisora dessa versão eletrônica do livro).

Tempos “áureos” de Belém Novo: o Restaurante Leblon

Resgatamos aqui alguns momentos dos “bons tempos” do bairro, na primeira metade do século passado. Os depoimentos e fotos foram obtidos no livro Memória dos Bairros – Belém Novo. Do mesmo livro também selecionaremos materiais para próxima publicação dessa série, onde mostraremos um pouco do antigo Hotel Cassino. Caso você tenha algum material para enriquecer a publicação, por favor nos envie. (clique nas imagens para ler)

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Ajude-nos a republicar o livro “Belém que eu vi”, de Mary Vieira Pedroso

Queridos amigos, acabamos de digitalizar todo o livro “Belém que eu vi” – um lindo e já esgotado relato publicado em 1991 sobre as vivências de Mary Vieira Pedroso, nascida em 1932 em Belém Novo.

Com autorização da filha da autora, pretendemos disponibilizar a obra na íntegra aqui no site, já que hoje só temos algumas páginas disponíveis no nosso “Museu do Bairro” (clique para ver).

Para isso, só falta a revisão final que compare todo o texto da obra física (que temos e podemos emprestar) com o que digitalizamos, utilizando software de reconhecimento de texto – que por algumas vezes não “entende” algumas letras do original.

Havendo interesse em fazer parte desse resgate da história do bairro com uma atenta revisão/comparação, que hoje não temos tempos suficiente e entre duas pessoas talvez seja mais fácil fazer, contate-nos pelo e-mail admin@belemnovo.com.br, informando seu nome e telefone.

Obrigado!

 

 

12 de Outubro, dia de aniversário do bairro e de muitas coisas boas

Como Belém Novo foi fundado em 12/10/1867, temos aí o aniversário de 146 anos de nosso bairro, comemorado juntamente com o dia de N. Senhora de Aparecida, padroeira do brasil, e dia de nossas crianças.

A lembrança foi enviada por através deste site por Carlos Aguiar, morador de Belém Novo e jardineiro da SMAM. Além de um  apaixonado pelo bairro, o “Teixeirinha” – como também é conhecido, atua voluntariamente no Natal como Papai Noel e faz brinquedos com o lixo, o que também é ensinado por ele em oficinas para crianças. Um trabalho digno em prol do meio ambiente e merecedor de nossa homenagem, além das várias que já recebeu, como a reproduzida a seguir:

Carlos-SMAM

ZH Menino Deus – Porto Alegre, 26 de abril de 2012

 

 

 

Crônica de uma viagem dentro da cidade, do Centro ao Belém Novo

 Nas várias horas que passei dentro de um ônibus Belém Novo já fiz muita coisa, desde dormir até cola para provas na Ulbra. Dessa vez, indo para trabalhar no Armazém Porto Alegre, pub temático que abri nas escadarias do Viaduto da Borges, saiu isso:

No tempo em que não havia padronização visual na cidade de Porto Alegre e, por isso, cada empresa de ônibus tinha sua “cara”, vemos aqui uma foto provavelmente de 1974, com a empresa Belém Novo, da capital gaúcha, com um veículo da carroceria Nimbus. (Fonte: http://shw.classicalbuses.fotopages.com/21366092/Belm-Novo.html)

Porto Alegre é uma viagem. Mesmo com 240 anos, nela ainda se vê extremos estranhos a uma metrópole. Temos um trânsito com ritmo autogalopante, entre carros, bikes e carroças, passando por gente engravatada trabalhando e tomando chimarrão, feito peão.

Muitos passam diariamente pela grande porteira do Centro Histórico da cidade, o Viaduto Otávio Rocha. Esse baita monumento fez oitenta anos em 2012, um terço da idade da minha cidade natal. Falando nisso, bem que perto do Natal -dezembro é mês de aniversário do viaduto – poderiam iluminar com luzinhas as suas escadarias. E para a festa, chamar o Vitor Ramil, Nei Lisboa, Bebeto Alves e tal, que tocariam num palco lá de cima, na Duque. Tri legal.

Entrando no clima da cidade, temos quem se gripe em meio a variações de noites geladas antecedendo dias de cozimento lento da nossa espécie, ao bafo, quando o pessoal que anda pela Rua da Praia entra nas Americanas, Renner e C&A só para tomar um ar gelado. Sendo num domingo, o jeito é fugir para as praias do extremo sul da capital, hoje novamente balneáveis.

Belém Novo é um desses balneários, distante uma hora e tanto do centro, usando-se a linha 268 que, olha só, sai bem ali do pé do viaduto. Uma viagem de 28 km capaz de transformar o cara urbano num vivente rural, dentro da mesma cidade. Passando pela Sociedade Hípica e pelo Aeroclube, o desembarque ocorre numa das regiões com maior concentração de cavalos crioulos do mundo, me disse um criador de ovelhas de lá. Coisa guasca.

Mas a modernidade está chegando: parece que um dia terá transporte de lotação até Belém, com ar condicionado e tudo; um catamarã do centro ao extremo sul, pelo lago Guaíba; e outra ponte sobre ele, ouvi uma ex-governante dizer na rádio tempos atrás, fazendo um baita atalho do Lami à Barra do Ribeiro. É… mesmo com tantos extremos, nessa cidade querida tudo se liga. Que viagem.

 

Renato Pereira Jr.
Publicitário, morador de Belém Novo e recente dono de bar

Agora, falando sério:
Em breve, após receber as informações solicitadas aos órgãos competentes, notícias sobre as lotações aqui para o bairro.

Descoberta a “cidade” de Belém Novo

Clique para ampliar a imagem

Pois descobri isso em 2011 indo para o RJ num vôo da Azul Linhas Aéreas Brasileiras. Grata foi a surpresa quando vi, na minha telinha individual onde passam filmes e informações sobre o trajeto, nosso bairro Belém Novo figurando no mapa entre várias cidades, como a capital do estado e outras dos arredores. Foi prá já que peguei o celular e bati um retrato daquela televisão pra mostrar aos meus amigos bairristas.

(Suposta explicação lógica: Belém Novo deve constar ali devido ao aeroclube…)

Autor: Renato Pereira Jr.