Belém Novo

Categoria do post: Mandamos para o museu…

A história do obelisco da praça, em frente à igreja, que nesse dia 15 de setembro completou 80 anos

A Escultura Pública de Porto Alegre (excerto) - José Francisco Alves

A Escultura Pública de Porto Alegre (excerto) – José Francisco Alves

Com publicações antigas em jornais da época, cujos textos seguem transcritos para uma melhor leitura, conheça essa parte da história de nosso bairro.

Agradecemos a colaboração de Vagner Eifler, quem nos enviou os materiais e possui em seu álbum no Facebook mais fotos e comentários, disponíveis nesse link.

Correio do Povo - 17-09-2015 (pg.7)

Uma homenagem aos heróes de 35 e ao governador do Estado

 Foi prestada, ante-hontem, pela população de Belém Novo – Na praça, realizou-se a inauguração de um obelisco

Ante-hontem, Belém Novo esteve em grandes festas, por motivo da homenagem que prestou aos heróes de 35 e ao governador do Estado, inaugurando um obelisco na ​praça daquelle povoado, aonde affluiram numerosas pessoas dali e desta capital.

Com esses actos tambem se iniciaram as commemorações do Centenario Farroupilha, que, neste momento, está fazendo vibrar de intenso enthusiasmo todo o Rio Grande do Sul.

Do que foi a festa, damos abaixo um rapido resumo, tendo á mesma comparecido o general Flores da Cunha, governador do Estado, acompanhado do seu assistente militar, major Guasque de Mesquita; dr. Carlos Heitor de Azevedo, secretario da Fazenda; dr. Paulo Bozano, representando o prefeito municipal; dr. Armando Severo, representando o director geral da Instrucção Publica; coronel Canabarro Cunha, commandante geral da Brigada Militar; deputado Francisco Correia; representantes da imprensa local e autoridades dos municípios visinhos.

Feita a recepção ao governador do Estado, por uma commissão, tendo á frente o sub-prefeito, sr. Rivadavia Correia Sobrinho, deu-se inicio á solemnidade com

O DISCURSO DO GENERAL BORGES FORTES

que foi o seguinte e mereceu calorosos applausos de todos os presentes:

“Exmo. sr. general Flores da Cunha, dignissimo governador do Estado. Illmo. sr. major Alberto Bins, operoso prefeito municipal. Exmas. senhoras. Meus concidadãos:

O sino super badalado

Casal fundador de Belém Novo antes de 1906. Sr. Ignacio Antônio da Silva e dona Anna Correia da Silveira e o sino da igreja. Nossos agradecimentos ao amigo Cristiano da Silveira Goulart!

sino

Belém Novo das antigas

Fotos de onde hoje fica a lancheria do Teka’s, em frente à praça central. Uma é da década de 80 e a outra, com o Ford em frente, data de maio de 1968 – quando era uma casa de carnes da família dos fundadores do bairro.

Tekas---maio1968

 

Paisagens na Escola de Equitação e Equoterapia

Ao se visitar a  Escola de Equitação e Equoterapia Manège Liberté em Belém Novo, pode-se contemplar belas paisagens e algumas das construções mais antigas do bairro, como a caixa d’água de 1926 e o velho casarão ao lado da escola. Olha só:

Escola de Equitação Manège Liberté

Escola de Equitação Manège Liberté   Escola de Equitação Manège Liberté

Escola de Equitação Manège Liberté   Escola de Equitação Manège Liberté

Escola de Equitação Manège Liberté   Escola de Equitação Manège Liberté

Escola de Equitação Manège Liberté   Escola de Equitação Manège Liberté

Caixa D'água 1926

Dedicada ao ensino da equitação e à recuperação de portadores de deficiências físicas ou mentais através da equoterapia, a escola conduz ainda atividades assistenciais para jovens e idosos no projeto “Equitação para Todos”. No projeto, para cada três alunos regulares, um aluno carente é beneficiado com subsídios de até 75%.

Endereço: Rua Dr. Cecílio Monza, 10759, com atendimento de segundas a sábados, das 7 às 19h.
Facebook: https://www.facebook.com/ManegeLiberte

Evarista 80 anos: ajude a contar essa história

Evarista Flores da Cunha - Clique para ampliar

A escola no passado (não sabemos em que ano)

Dia 4 de março de 2014, a Escola Estadual de Ensino Fundamental Evarista Flores da Cunha completou 80 anos de existência. Em um resgate dessa longa trajetória, alunos, pais, professores e administração da escola vêm coletando imagens, depoimentos e documentos que ajudem a contar um pouco mais da história destas oito décadas da instituição.

Veja a seguir alguns exemplos do que pode ser útil para essa quase “gincana” em busca de materiais. A foto ao lado, por exemplo, foi postada no Facebook de uma colaboradora e saiu de um quadro fotografado.

Se você tem algum registro, preferencialmente com data, entregue-o(s) pessoalmente à Prof.ª de História Kátia ou à Diretora Rosane. Os originais serão copiados e devolvidos ou, se desejar, podem ser doados para integrar o acervo histórico da escola. Se o material for eletrônico, envie com seus dados de contato para o e-mail evarista80anos@belemnovo.com.br, que encaminharemos aos responsáveis pelo projeto na escola. Há também o próprio Facebook www.facebook.com/escola.evarista, que pode ajudar.

Boletim escolar, caderno e redações originais Mary Vieira da Cunha (autora do livro “Belém que eu vi”) – Ano: 1937

Boletim Escolar - frente

Frente do boletim

Boletim Escolar - verso

Verso do boletim

Redação sobre o 3 de Outubro:

Redação 3 de Outubro

Capa / contracapa do caderno utilizado na época (clique sobre as imagens para vê-las ampliadas):

Caderno - capa Caderno - contracapa

Nossos agradecimentos especiais ao Jairo do Boteka´s por ceder estes preciosos originais, pertencentes a sua falecida tia.

Leia aqui a obra completa “Belém que eu vi”.

Belém que eu vi - capaDia 10 de março de 2014, Mary Vieira Pedroso – falecida autora do livro “Belém que eu vi” – teria completado 90 anos de vida. Em sua homenagem, publicamos aqui sua esgotada obra na íntegra. Leia o livro e conheça um pouco mais sobre a história do bairro e de quem viveu em Belém Novo nas primeiras décadas do século passado.

Para uma leitura online, com o recurso de folhear o livro, clique aqui ou na capa do livro ao lado. Ou para ler a obra em um leitor de PDF (Adobe Acrobat Reader, por exemplo), baixe o arquivo clicando aqui.

Agradecemos a colaboração do “Jairo do Boteka’s” (sobrinho da autora), de Regina Pedroso Lorangi (filha da autora) e de Andréa Nunes Abel (estudante de História na PUCRs e revisora dessa versão eletrônica do livro).