Pois descobri isso em 2011 indo para o RJ num vôo da Azul Linhas Aéreas Brasileiras. Grata foi a surpresa quando vi, na minha telinha individual onde passam filmes e informações sobre o trajeto, nosso bairro Belém Novo figurando no mapa entre várias cidades, como a capital do estado e outras dos arredores. Foi prá já que peguei o celular e bati um retrato daquela televisão pra mostrar aos meus amigos bairristas.
(Suposta explicação lógica: Belém Novo deve constar ali devido ao aeroclube…)
Quando criança, corria pelas ruas do antigo Veludo que hj não existe mais, jogava bola no campo do antigo Camping na beira do rio. Estudei no Evarista e no Glicério Alves, morava perto do antigo tambo de leite e no final da tarde contava as vacas que passavam para o galpão, tomei banho no Leblon e acampei no Arado e tudo isto guardo no fundo do coração. QUE BAITA INFANCIA ESTE LINDO BAIRRO ME DEU.
Autor: Marcos Cavalho Ribeiro
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Esses carrinhos andam muito. Funcionando com etanol ou bateria, andam rápido e passam até por obstáculos maiores que eles, comandados por controle remoto até uma distância de 800m. Aqui, algumas fotos (enquanto não descobrimos como publicar os vídeos) feitas no anoitecer. Bom que o “Traxxas Summit”, do Diego (Biju) possui faroletes e farois de milha. O branco é o Traxxas Revo 3.3 do Leonardo Chimia, que funciona com etanol e corre pra caramba, fazendo um som que se ouve do outro lado da praça.
Essas imagens chegaram recentemente de dois amigos do site e que buscam registrar algumas belezas de nosso bairro com suas câmeras e celulares. A seguir, fotos de Pauline Motta e Thiago de Oliveira que passaram a integrar nossa galeria.
O acervo completo de Thiago pode ser visto em seu recente blog “Fotografando Belém Novo“, que ajudamos a divulgar aqui assim como fazemos com as demais ações independentes que visam o bem de Belém.
Pelo Cemitério Belém Novo se vê lápides com inscrições bem antigas, cuja história (saiba mais clicando aqui) passou pela construção do nosso bairro. Uma delas, bem na entrada do cemitério, é a de Inácio Antonio da Silva – que doou inclusive as terras para a construção do próprio cemitério.