Essa jóia abriu o livro Memória dos Bairros – Belém Novo (clique para ampliar):
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Sugestão de placa para a frente da praça
São muitos os cães abandonados que vivem na Praça Inácio Antonio da Silva (praça da igreja). Todos recebem alguma atenção e comida pelas voltas, porém muitos já foram ou serão atropelados ao cruzarem a Av. Heitor Vieira em suas brincadeiras, brigas e correrias, atrás de motos e automóveis, inclusive.
E foi observando a quantidade deles que mancam ou andam tortos por ali – quando não presenciando atropelamentos – que surgiu a ideia de se propor essa placa de alerta. Coisa que serviria também para evitarmos acidentes com jovens e crianças frequentadores da praça e da escola.
Fica a sugestão para a SMAM e o pedido de atenção e redução de velocidade aos motoristas e motociclistas ao passarem naquele trecho.
Alguns livros de Belém
Restinga e Belém Novo ganham linha de lotação
Licitação deve iniciar em agosto e linha pode começar a operar ainda neste ano
Moradores do Extremo Sul de Porto Alegre serão beneficiados com a criação de duas novas linhas de lotação. O projeto do Executivo que modifica critérios para serviços deste tipo de transporte foi aprovado, nesta segunda-feira, pela Câmara de Vereadores. O transporte irá partir dos bairros Restinga e Belém Novo em direção ao Centro, beneficiando também moradores do Chapéu do Sol e Ponta Grossa. A região abrangida conta com cerca de 70 mil habitantes.
A previsão é de que a licitação para a prestação do serviço seja lançada no mês de agosto, para que as duas linhas comecem a operar até o final de 2012. Cinco emendas foram aprovadas. O texto segue para sanção final e em seguida será encaminhado para sanção do prefeito José Fortunati. “Como a construção do projeto envolveu Executivo, Legislativo e lideranças da comunidade, temos a convicção de que o prefeito vai sancioná-lo”, disse o relator da matéria, Luciano Marcantônio (PDT).
Uma das emendas aprovadas institui a categoria especial no transporte seletivo por lotação de Porto Alegre, com tarifa idêntica à lotação comum, que hoje é de R$ 4,00. O trajeto terá extensão de 50 quilômetros, desde que registre comprovada viabilidade técnica, operacional e econômica pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Poderão ser utilizados veículos com capacidade para até 38 passageiros. A bilhetagem eletrônica será compatível com aquela existente nos demais modais de transporte público da cidade, com prazo de 12 meses para adequação.
Moradores dos bairros beneficiados compareceram ao plenário e levaram faixas para pedir a aprovação do projeto. Alguns chegaram a bater boca com os vereadores e a sessão teve de ser interrompida diversas vezes. A comunidade acredita que a criação das novas linhas irá melhorar a vida dos moradores. “Vai facilitar bastante, porque além de haver mais locomoção poderá diminuir o tempo de espera”, acredita o vigilante e líder comunitário José Ventura, morador da Restinga há 34 anos. O bairro, segundo ele, conta hoje com quatro linhas de ônibus, que levam em média 50 minutos para chegar ao Centro. “Esperamos que com a lotação seja mais rápido”, afirmou.
O bairro Belém Novo possui, atualmente, apenas uma linha de transporte coletivo, que leva uma hora e 15 minutos para chegar à região central da cidade. Segundo o presidente da Associação de Moradores do Balneário Arado Velho (Belém Novo), Dinar Melo de Souza, é comum encontrar o ônibus lotado. “A lotação seria uma alternativa para desafogar um pouco”, imagina. O morador Elton Fraga acredita que o trânsito ficará melhor. “Muita gente vai deixar o carro em casa e utilizar a lotação.”
Fonte: Danton Júnior / Correio do Povo 04/07/2012
6ª Caminhada contra o Câncer – Sábado dia 30/06
Livro-Caixa de 1921
Controle financeiro de algum armazém de Belém em 1921
(clique no livro para folheá-lo)
Conheça o que alguns ilustres moradores do bairro consumiam naquela época. O livro, que está completo e traz o nome de vários clientes que hoje dão nomes às ruas de Belém Novo, tem um “irmão” dez anos mais novo, datando de 1902. Esse, de tão velho, talvez nem consigamos publicar aqui, mas torcemos para que um dia integre o acervo de um verdadeiro museu do bairro.
Mesmo esse de 1921 exigiu grandes cuidados com o manuseio. Por isso neste site apresentamos apenas três de suas páginas, que demonstram parte do cotidiano de um consumidor quase um século atrás.
O material, gentilmente e cuidadosamente emprestado pelo “Wilbor”, contém outras páginas com antepassados de muitos moradores do bairro, que devido às dificuldades técnicas apontadas anteriormente, não constam neste material eletrônico. Mas anotamos alguns nomes para que você os conheça ou identifique:
- Antonio Só (sogro do Trajano)
- Julio Francisco de Oliveira (pai do Pituca, pai do Julião)
- Sincio Francisco de Oliveira (avô do Pituca, bisavô do Julião)
- Arlindo F. Moreira (pai do Tio Dino; também comprava como “pessoa jurídica”, em nome de “Canoa Tulipa”)
- Arlindo F. Moreira
- Narcizo Francisco da Silva (sogro da Dna. Anair)
- Hugo Braier (seria um Breyer escrito de outra forma?)
- Idalina Francisca da Silva (Tia Zeca)
- Canoa Ligeira (“pessoa jurídica” do Malaquia)
- Hildebrano N. da Silva (irmão por parte de pai da Dna. Anair)
- Antonio Francisco de Souza (Cutia)
- Francelino A. dos Santos (marido da Tia Moça)
- Irineu F. S. Silva (Tio Irineu)
Repare que algumas contas eram abertas por empresas da época, como os barcos de pesca.

















